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A trajetória da medicina estética no mundo
 
Em 1973, três dermatologistas franceses observaram a insatisfação humana no que diz respeito aos inesteticismos do envelhecimento cutâneo e das distorções corporais. Nasceu daí, a primeira idéia de juntar esforços no sentido de melhor estudar, investigar, e criar soluções para os problemas estéticos. Logo após,foram criadas as Sociedades Nacionais de Medicina Estética.
Foi na França que nasceu a primeira Sociedade de Medicina Estética. Logo após houve a criação da Sociedade Belga de Medicina Estética, a Sociedade Italiana de Medicina Estética e Sociedade Espanhola de Medicina Estética.

Estas entidades sentiram a necessidade de padronizar as normas de conduta e comportamento científico. Para isso foi criada  a U.I.M.E (Union Internacionale de Médicine Esthétique), com sedes, hoje, em 18 paises: França, Bélgica, Itália, Espanha, Tunísia, Marrocos, Portugal, Luxemburgo, Suíça, Brasil, Uruguai, Argentina, Chile, Colômbia,Venezuela, Polônia, Estados Unidos, Rússia, Romênia, México e Kasaquistão.

A medicina estética no Brasil
 
Em 1988, foi consolidada a Sociedade Brasileira de Medicina Estética com a criação do estatuto da mesma.Teve, então, seu ingresso na Union Internacional de Medicine Esthétique (U.I.M.E.), com sede em Paris, em 1989.
Em 1989, no Rio de Janeiro, realizou-se o 1º Congresso Ibero-Americano de Medicina Estética, o primeiro evento da S.B.M.E.
No Brasil, o CFM (Conselho Federal de Medicina) não reconhece a Medicina Estética como especialidade médica.

A MEDICINA ESTÉTICA

A preocupação com a auto-imagem não é um comportamento apenas dos seres humanos, já que a necessidade de dispor de um padrão estético agradável é necessidade até mesmo entre os animais.

Entretanto percebemos, com clareza, que na espécie humana esta preocupação estética varia nos diferentes grupos sociais sendo estimulada pelos valores de cada época e de cada sociedade, que estabelece seus próprios valores e padrões para definir o que é ou não é "belo”.

O sentimento de pertencer ao grupo social, possuindo traços e contornos corporais condizentes com os padrões de beleza existentes, tão necessários para o equilíbrio psíquico do indivíduo, faz da imagem corporal um elemento fundamental para a caracterização da saúde plena dos indivíduos.
A grande competitividade na sociedade contemporânea faz com que os indivíduos valorizem a auto estima, seu aspecto estético, tornando a sua aparência prioridade, elemento indispensável para o seu bem estar pessoal e sucesso profissional.

A simples observação do comportamento humano em qualquer período da história revela uma busca contínua pela correção das características anatômicas inestéticas do contorno corporal, sejam eles herdadas ou adquiridas.
A busca do contorno corporal harmônico, bem como o cuidado com a higiene do corpo, o bom estado dos anexos da pele (cabelo e unhas), os cuidados com as vestes , os ornamentos e a cosmética devem ser vistos como uma vaidade positiva, que leva a harmonia da pessoa consigo, com a sociedade e com a natureza .
 
Importante é destacar que a Organização Mundial de Saúde (OMS) estabelece como conceito de saúde , universalmente aceito, o completo bem estar físico, mental e social do ser humano.
Os procedimentos aplicados na Medicina Estética são considerados atos médicos que requerem uma abordagem do paciente de forma abrangente, que pressupõe uma avaliação especial: exame clínico e formulação de um diagnóstico que considera o indivíduo como um todo  que vai nortear a boa indicação de um ou outro tratamento.
 
A realização de tratamento clínico e/ou cirúrgico deve sempre levar em conta eventuais contra-indicações relativas ou absolutas e a  formulação de prognóstico, o que significa: orientações individuais e gerais quanto à prevenção de possiveis complicações, patologias associadas que geram agravos à saúde e podem aumentar os riscos inerentes aos tratamentos.
 
A Medicina Estética abrange:

*o tratamento das alterações físicas, estéticas e constitucionais.
*os tratamentos das seqüelas inestéticas de doenças e de traumatismos. *retardar o processo do envelhecimento com suas manifestações e repercussões físicas e psicológicas.

A reeducação de hábitos de vida deve ser estimulada de modo a proporcionar ao indivíduo a possibilidade de preservar o seu patrimônio biológico, através do desenvolvimento de programas de higiene mental, física e alimentar.